Um pouquinho de Drummond, que tão bem falou sobra as jornadas para o eu e o outro:
(...)
Só resta ao homem
(estará equipado?)
A dificílima e dangerosíssima viagem
De si a si mesmo:
Pôr o pé no chão
Do seu coração
Experimentar
Colonizar
Civilizar
Humanizar
O homem
Descobrindo em suas próprias
inexploradas entranhas
A perene, insuspeitada alegria
De con-viver.
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